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Pesquisa revela que Android domina em países pobres, enquanto iOS é o favorito nos ricos

Você se considera uma pessoa rica? Você vive em um dos países mais ricos do mundo? Se você respondeu “sim” para uma das perguntas, adivinhe o que: você provavelmente não tem um telefone com sistema Android.

É isso o que aponta um novo relatório que revela que a quota de mercado do sistema Android em todo o mundo está quase que diretamente correlacionada com o quão rico cada mercado é. Quanto maior a renda per capta de um país, menor é a participação do sistema do robozinho naquela região. Na outra ponta, a quota de mercado do iOS também está relacionada com a riqueza, fazendo o contrabalanço nesta equação. Então, se você é rico ou vive em um país rico, as probabilidades de você ter um iPhone como smartphone são bem altas.

O Android brilha mais em países mais pobres, como no Egito, onde o sistema móvel da Google detém uma participação de 92,25 por cento do mercado de smartphones. O Egito encontra-se na 120ª posição no ranking do PIB per capita. A Índia é também obcecada pelo Android contando com 88,71 por cento do marketshare, onde encontra-se até mesmo em posição mais baixa, ficando na 142ª colocação da tabela do PIB per capita.

Enquanto isso, nos países com posição mais elevada em PIB per capita, o iOS está dominando. Tanto na Noruega quanto na Dinamarca, ocupando as posições 2ª e 6ª respectivamente, o Android domina apenas 32 por cento da quota de mercado em cada país. Em Taiwan, classificada como 35ª no PIB per capita, a quota de mercado Android é de apenas 20 por cento.

Quando você compara esses números com o total de 61,8 por cento da participação global do Android, fica bem claro como a diferença no perfil de cada cliente muda a dominância do sistema em cada país. Só para se ter uma ideia. Em 2015, 90% dos smartphones vendidos no Brasil são Android. Isso mostra que o nosso país segue a mesma tendência de outros mercados emergentes. Mas qual o motivo para essa tendência?

A Apple nunca teve interesse em fazer dispositivos baratos. A sua primeira tentativa foi com oiPhone 5c que chegou ao mercado americano por US$ 549. Aqui no Brasil, o iPhone de plástico chegou acima dos R$ 2 mil, ficando muito acima do poder aquisitivo da média da população brasileira. Sendo assim, é esperado que a grande maioria aposte em soluções com Android ou Windows Phone.

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